sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pautas 70 anos de Nelson Motta (Grupo 2)

Quem é Nelson Motta?
Ana Carolina Abreu
Os 70 anos de Nelson Motta serão celebrados no próximo dia 29 de outubro, com um projeto multimídia que celebra a vida do compositor, produtor, jornalista e escritor. Para apresentar aos ouvintes quem foi essa figura multi facetada, além de explicar o projeto que irá permear a sua vida a partir da produção de um cd, série de TV e show, vamos falar também sobre a sua biografia e alguns exemplos de trabalhos realizados. Para entrevista, vamos procurar suas filhas, Nina Morena e Esperança Mota, e antigos vizinhos, que podem contar quem é o Nelson Motta real, gente como a gente.

Sobre o projeto, seria interessante entrevistarmos alguém envolvido em algum dos lançamentos (algum dos artistas que estarão no CD, como Lenine e Ana Cañas, ou algum dos diretores da série televisiva: Adriana Penna, Guto Barra ou Tatiana Issa).


Pauta: 70 anos de Nelson Motta - produção musical
Isabela Cabral
A partir dos 70 anos de vida de Nelson Motta, um profissional de diversas vertentes, explorar os trabalhos mais importantes de sua carreira como produtor musical. Sua atuação produzindo para as gravadoras de discos Philips e Polygram e como diretor artístico na Warner Music. Como ele contribuiu para o sucesso de grandes nomes como Elis Regina, Wilson Simonal, Wanderléia, Lulu Santos, Marisa Monte, Gal Costa, Djavan, Ed Motta e Daniela Mercury. Buscar entender o que faz de Motta tão bem sucedido em encontrar, articular e lançar músicos. Descobrir como ele opera, o que valoriza, quais são seus métodos. Abordar também seu trabalho na promoção de festivais de música, como o primeiro Hollywood Rock, que ocorreu em 1975.

Para isso, a ideia é falar com alguém que tenha trabalhado com Motta em uma das gravadoras, acompanhando-o de perto. Com o próprio Nelson Motta. E com Arthur Dapieve, jornalista e crítico musical.


O lado roteirista de Nelson Motta
Rafaela Dugin
Gancho factual
Os 70 anos de vida, completados em 29 de outubro de 2014, do compositor, produtor musical, roteirista e escritor, Nelson Motta. Foco no trabalho de roteirista, reconhecido por diversas obras importantes tanto no teatro, quanto na TV.
Contexto Histórico
Abordar os trabalhos de Nelson Motta como roteirista, destacando o seriado “Armação Ilimitada” e a conquista do prêmio Ondas de melhor série de TV; os espetáculos teatrais “Tim Maia – Vale Tudo” e “Elis, a musical”, tratando da repercussão em todo o Brasil; as minisséries mais recentes na Globo, “O Brado Retumbante” e o “Canto da Sereia”, abordando os resultados de audiência.
Caminhos
Um dos caminhos possíveis para entender melhor os processos de criação de Motta é conversar com seus parceiros na produção desses conteúdos, como a também escritora Patrícia Andrade, que trabalhou com ele em “O Canto da Sereia” e “Elis, a musical”. Outra alternativa é falar com o próprio Nelson na tentativa de desvendar o que se passa na cabeça do autor. Há também a possibilidade de entrar em contato com os atores que trabalharam em suas criações e tiveram contato direto com ele.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/08/1494688-nelson-motta-relembra-criacao-de-armacao-ilimitada-na-casa-do-autor.shtml

Livros escritos por Nelson Motta
Camila Sardinha

Essa pauta vai tratar do Nelson Motta escritor. Ele brilha há seis anos como colunista do Jornal O Globo. Vai sem cerimônia para onde lhe der na telha. Pode contar sobre suas aventuras ao lado de Raul Seixas num dia, no outro pode falar sobre como seu amigo Tim Maia expressava seus desgostos em noites de porre ao seu lado. Numa outra semana pode mirar o cinema, tratando de algum ator ou filme que lhe tenha parecido único, ou mesmo navegar pela semelhança artística entre Picasso e Miles Davis. E claro, pelas mulheres lindas e incríveis que ele conheceu ao longo das décadas, uma lista que consegue trafegar sem obstáculos ou desvios por nomes que vão de Marisa Monte a Leila Diniz.

Suas crônicas são sempre com uma pegada leve, estilosa e exata. Escreveu  alguns livros de ficção, um de crônicas, um romance que virou seriado, além de uma espécie de bíblia da música popular brasileira, “Noites tropicais” e duas grandes biografias. Fez as de Tim Maia e Glauber Rocha, que além de artistas extraordinários e grandes personalidades, eram amigos próximos de Motta, mas não pretende escrever outras.

Nelson Motta se arriscou no teatro com mais dois grandes nomes da música brasileira: escreveu, em parceria com Patricia Andrade, “Elis, o musical” e “S’imbora — A história de Wilson Simonal”. O teatro musical, em compensação, tem uma linguagem incompatível com a realidade e precisão que as biografias exigem e o gênero é um dos seus preferidos.

Dentre os nomes que mais lê estão Ruy Castro, Fernando Morais e Laurentino Gomes. Na ficção, Mario Vargas Llosa, Jorge Amado, Rubem Fonseca, Albert Camus entre tantos outros. Na crônica, Antônio Prata e Tony Bellotto são seus queridinhos. E Motta elegeu “Pornopopéia”, de Reinaldo Moraes, como o “melhor, mais divertido e inovador livro brasileiro” que leu nos últimos dez anos.

Caminho:

Entrar em contato com os atores que trabalharam em suas criações e tiveram contato direto com ele. Outro caminho é entrar em contato com um dos autores que Nelson Motta lê e se inspira, fazendo uma análise do gênero e estilo literário, comprando com seus textos ou entrevistar algum colunista do O Globo para fazer uma análise do estilo textual de Motta.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Pautas 25 anos da queda do muro de Berlim - Grupo 2

Surgimento da Guerra Fria
Felipe Marques
A proposta dessa pauta é fazer um regresso ao fim da Segunda Guerra Mundial e, a partir daí, explicar como se formou o novelo de coincidências trágicas conhecido como Guerra Fria e as suas principais características. Abordar principalmente:

Configuração geopolítica do mundo Pós-Segunda Guerra Mundial; Plano Marshall e COMECON; Macartismo; Corrida armamentista; Otan e Pacto de Varsóvia; As raízes do conflito ideológico que polarizou o mundo; Terceirização dos conflitos;Guerras entre a guerra (Vetnam, Guerra da Coréia etc.).

O entrevistado pretendido é o professor de Jornalismo Internacional na PUC-Rio Claudio Bojunga, formado direito em política internacional em Paris. Bojunga é um verdadeiro especialista no assunto, tanto que dedica a maior parte do curso que ministra na PUC para falar sobre a Guerra Fria.

Material a ser utilizado como referência de pesquisa:
Videoaula explicativa das principais características da Guerra Fria.

Definição tópica de assuntos importantes da Guerra Fria, como corrida armamentista, corrida espacial, macartismo, plano Marshall etc..

Uma série de artigos sobre diferentes aspectos da Guerra Fria. Espionagem, paz armada, corrida armamentista e as questões culturais são alguns dos assuntos abordados nos textos.


A internet, na sua origem, foi um meio de comunicação utilizado pelos militares norte-americanos durante a Guerra Fria. O link acima faz um resumo da história da internet.

Divisão Política do muro
Gabriela Mattos
            Dentro da proposta de falar sobre os 25 anos da queda do Muro de Berlim, o objetivo é mostrar de que forma a divisão entre socialismo e capitalismo atingiu a Alemanha. Mostrar como a política, a economia e a cultura se distinguiam na Alemanha Ocidental e na Oriental, e como os alemães lidavam com esse cenário. Além disso, a matéria também mostrará que a divisão entre socialismo e capitalismo não era apenas na esfera alemã, mas, sim, mundial. A ideia é relatar de que forma a política, a economia e a cultura ficaram divididas em outros países.
   Para esse assunto, a pesquisa será baseada pelo texto do Brasil Escola (http://www.brasilescola.com/historiag/reunificacao-alemanha.htm), que dá um panorama do contexto da divisão do muro, a Guerra Fria.     Durante a pesquisa de pauta, também poderá ser usado vídeos que dão a visão global da divisão do muro, além de explicar a situação de vida dos alemães, tanto na Alemanha Ocidental, como na Oriental. Entre os vídeos estão o do programa “Educação”, da TV Globo (http://www.youtube.com/watch?v=-ZJWyoIUkps) e uma videoaula (https://www.youtube.com/watch?v=5eReCW_wo_M ). E para mostrar a situação do esporte na Alemanha, poderá ser utilizada a matéria da ESPN (http://espn.uol.com.br/noticia/413434_lado-b-da-copa-muro-de-berlim-ainda-separa-o-futebol-na-alemanha).
           
            Com os textos e vídeos, a entrevista com a professora Larissa Costard, que dá aula de História do Mundo Contemporâneo no Departamento de Comunicação Social, que dará um melhor panorama sobre essas questões da divisão.

A queda do muro de Berlin e o fim da Guerra Fria
 Lucas Mendes
            A Guerra Fria foi um período de completa bipolarização mundial. Assim era chamada porque, apesar de ser considerada uma guerra, não ocorreu nenhum grande embate principal entre os dois países centrais desse momento: os Estados Unidos e a União Soviética. O grande símbolo dessa “era” foi o muro de Berlin. Construído em agosto de 1961 e demolido em novembro de 1989, o muro representou, durante 28 anos, a divisão global existente na época.
            A ideia da pauta é abordar a queda do muro em si – quando, como e por que ocorreu – e quais foram as consequências desse fato. Nesse sentido, analisar as Alemanhas Ocidental e Oriental não apenas como a divisão de uma país, mas de todo o planeta em dois blocos principais: os capitalistas, liderados pelos EUA, e os socialistas, comandados pela, então, URSS.
Contextualizando essa guerra, explicar como o muro de Berlin era o símbolo desse período histórico, a sua destruição, consequentemente, abre o caminho para o fim da Guerra fria. Analisar como foram os últimos momentos e o término, em si, dessa bipolarização mundial - tanto o fim da Guerra Fria, quanto da URSS -, e o que isso representou para Alemanha, para as pessoas e para o mundo como um todo.
São possíveis entrevistados, para abordar o tema, o professores Rômulo Costa, Umberto Alvim e Larissa Costard; os três do Departamento de História da PUC-Rio.

Os EUA e o muro de Berlim
Rodrigo Zelmanowicz
A matéria vai contextualizar as visões de mundo do bloco capitalista e do seu símbolo máximo, os Estados Unidos, à época da Guerra Fria. Como o modo de vida norte-americano influenciava os países do terceiro mundo; como era feita a defesa de ideias capitalistas e; como a política internacional norte-americana interferia nos demais países.
Para isso será necessário apurar desde o papel dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, por que entraram na guerra e por que demoraram tanto. Buscar explicar o que foi o Bloqueio de Berlin e suas consequências, logo após o fim da guerra. Dar uma geral no Macartismo e na perseguição comunista, relacionando com a luta ideológica nos países do Terceiro Mundo e os conflitos da Guerra Fria (A crise dos mísseis; a Guerra da Coréia; Guerra do Vietnã). No âmbito da Guerra Fria, pesquisar sobre o Plano Marshall, principalmente na reconstrução de Berlin Ocidental, e relacionar com o desenvolvimento capitalista no mundo e sua influência no resto do mundo e como se deu a corrida armamentista e a corrida espacial neste contexto. E por fim, abordar o desenvolvimento de Berlin após a queda do muro, a unificação alemã e o sentimento de unidade alemão.
São possíveis entrevistados para discutir o tema, o professor de História do Mundo Contemporâneo da PUC-Rio Umberto Alvim e Marta Regina Fernandez, professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio.
Serão usados como fontes de pesquisa:
http://www.suapesquisa.com/guerrafria/ - Definição tópica de assuntos importantes da Guerra Fria, como corrida armamentista, corrida espacial, macartismo, plano Marshall etc.
http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/historia/guerrafria/ - Uma série de artigos sobre diferentes aspectos da Guerra Fria. Espionagem, paz armada, corrida armamentista e as questões culturais são alguns dos assuntos abordados nos textos.

União Soviética na Guerra Fria
Renata Spolidoro
Após 1945, durante a guerra fria, além da Alemanha oriental, mais sete países europeus tornaram-se socialistas. Em 49, na China, Mao Tse-Tung assumia o poder e em 61, a Cuba passou a ser o primeiro país da América a entrar no bloco socialista. A União Soviética era o símbolo do lado “vermelho” do mundo. Quando o muro de Berlim foi derrubado, em 1989, o socialismo perdeu força – é considerado o fim da guerra fria. A União soviética se desmembrou em vários países em 1991.
A proposta da pauta é discutir como se deu a influência do bloco socialista no globo, especialmente a participação da União Soviética no restante do mundo socialista, ver as visões de mundo e o modo de vida soviéticos. A indicação para entrevista é o professor Leonardo Carvalho Augusto, que ministra a disciplina História do Mundo Contemporâneo, na PUC-RIO. Carvalho Augusto é mestre em História Social da Cultura, pesquisa sobre Berlim e comunismo. Seria bom abordar questões como aristas que passaram a retratar a vida soviética com mais clareza, quando o rígido controle à vida política, social e intelectual soviética, da época de Stálin começou a ter brechas - fala-se em um ”degelo”, expressão utilizada por um escritor soviético.

Fonte para pesquisa: Documentário “Os últimos dias da URSS”

Pautas 20 anos de Friends - Grupo 1

OS FÃS DE FRIENDS DE UM JEITO QUE VOCÊ NUNCA VIU
 Zíngara Lofrano
            
            Friends foi uma série norte-americana que fez e ainda faz muito sucesso. O seriado, que durou dez anos, conquistou fãs por todo o mundo. A proposta da matéria é apresentar histórias irreverentes desses fãs. Além disso, outro objetivo é mostrar como a relação pode beirar ao fanatismo. Para isso, vamos fazer um povo fala a fim de mostrar o que mais marcou os fãs.
            Para compreendermos a relação de fã e a série, vamos entrevistar Jesus Landeira-Fernandez, psicólogo e pesquisador de comportamento. Diretor do Departamento de Psicologia da PUC-Rio, Fernandez fundou e é o atual presidente do Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento (IBNeC). Com essa entrevista, pretendemos apresentar essa relação de fã e a própria ideia de fanatismo. O psicólogo pode dar um panorama dessa questão e ainda revelar como o fã é motivado e tem a sua percepção alterada por conta da série.
Para entender melhor como a série afetou telespectadores de diferentes idades, vamos entrevistar dois fãs que são mãe e filho. Maria Angela Ferreira, de 54 anos, queria saber se Ross e Rachel ficariam juntos no final da série. Com isso, o filho Vitor Augusto Godoy Ferreira, de 22, também virou fã e passou a assistir a história ao lado da mãe.
Além disso, a jornalista Maria Júlia Raz de Andrade é apaixonada pela série. Durante a faculdade, Maju – como é chamada pelos amigos – escolheu a série como tema para o trabalho de fim de curso. Produzido ao lado do amigo Alef Cintra, o documentário “Aquele documentário – A imagem do sitcom Friends pelo seu público” foi realizado. Esse outro personagem será muito útil para entender os comentários do psicólogo Jesus Landeira-Fernandez.

Outra história interessante é sobre “ian8000”. O fã recriou o famoso apartamento de Monica Geller e Rachel Green, com os personagens da série, no jogo The Sims.

FRIENDS E SUA REPERCUSSÃO
Pedro Treiguer

Objetivo: Mostrar as diferentes repercussões da série, tanto no âmbito social e de mudanças de comportamento quanto na criação da marca “Friends” e de seus produtos.
O sucesso de friends é inegável e sua repercussão é gigantesca ao redor do mundo. Mesmo 10 anos depois da série apresentar seu último episódio, milhares de pessoas ainda acompanham a saga dos 6 amigos de  NY. 
A série deixou um legado nos fanáticos por ela. Quem nunca ouviu falar a expressão “dar um tempo”? Pois bem, depois que Ross e Rachel apareceram na série tendo essa “nova” atitude em relacionamento, os fãs resolveram adaptar.  E quem não conhece o corte de cabelo “The Rachel” e as roupas descoladas dos atores? E qual mulher nunca foi flertada em lugar público? Especialista da área, Joey Tribbiani deixou a sua marca na série com sua autoconfiança invejável e cara de pau clássica o que abriu brechas para os homens flertarem com as mulheres sem o menor medo. Essas “manias” são só alguns exemplos de como os fãs não só aderiram a série como público, mas ficaram “viciados” por ela.
A criação da marca “Friends” se concretiza como um dos maiores legados para a série. Além de criar toda uma rede de marketing, o fã pôde se conectar ao programa de TV e vestir ou ter os produtos da mesma
A febre que começou há 20 anos parece não ter data de validade. Continuaremos a mostrar a repercussão da série que mais fez e ainda faz sucesso com seus fãs.
                                                                                                     
Os segredos de Friends: Por que fez e ainda faz tanto sucesso?
 Caroline Brizon

Considerada uma das dez melhores séries de todos os tempos de acordo com o jornal inglês “The Telegraph”, somente no último episódio “Friends” teve uma audiência de mais de 54 milhões de telespectadores. A pauta vai falar sobre qual a razão desse sucesso da série que foi ao ar em 1994, no canal NBC, e ficou até 2004. Tratará também sobre os motivos que a levaram a marcar a mente de um grande público, influenciando uma geração.
O objetivo é conversar com o professor de Comunicação e Televisão da PUC-Rio Bruno Dieguez, também fã da série. Ele está desenvolvendo um novo seriado baseado no padrão de “Friends” utilizando elementos que marcaram o sucesso do grupo de amigos. Assim, pretendo conversar com ele sobre os dados importantes de “Friends” comentando, inclusive os fatores citados pela autora quando veio ao Brasil. Dentre eles, o fato de todos os personagens terem, na temporada, o mesmo número de tramas e igual destaque, a identificação das pessoas com os papéis interpretados pelos atores e a aproximação com a vida real.
Além disso, Dieguez também falará sobre a série que está produzindo falando sobre os elementos que utilizou comparando-os à “Friends”. Na reportagem, também vou entrevistar duas fãs que contarão a experiência delas com a série e dirão quais as situações que as marcaram.

FRIENDS: COMEÇO E FIM
Thays Gripp
Criado em 1994, o seriado Friends durou uma década e teve seu último episódio em 2004. Em setembro, fez 20 anos que a comédia está no ar e continua fazendo fãs por todo o mundo.
O objetivo da reportagem é traçar uma linha do tempo contando como foi esse caminho. Além disso, vamos abordar também algumas curiosidades da pré produção do seriado, como a troca de papel dos personagens. Outro importante será falar da exibição de Friends no Brasil e do grupo de jovens que cresceu rindo e reproduzindo as piadas do seriado. Qual o perfil desses telespectadores?
O blog “FriendsManíacos”(http://friends-maniacos.blogspot.com.br/p/serie.html) tem bastante informação da história da série. Para construir a matéria, a ideia é entrevistar a professora Tatiana Siciliano, do departamento de comunicação da PUC Rio, que estuda atualmente os seriados. Ela falaria sobre o formato de friends e como foi inovador para a época. Outro entrevistado seria um fã de Friends que viu o último episódio quando ele foi exibido pela primeira vez.
O fim da matéria se dará em torno do último episódio, assistido por milhões de pessoas. A ideia é mostrar como foi o fim desse relacionamento e como mesmo depois disso, as pessoas não cansam de ver e rever todas as dez temporadas de Friends. Isso é, podemos considerar o último capítulo realmente um fim?
                   
 Por onde andam os atores depois do fim da série?
Juliana Curty
A série Friends teve seu fim em 6 de maio de 2004, deixando milhares de fãs arrasados. O último episódio “The last one” mostrou o apartamento onde viveram os amigos inseparáveis vazios. Não foi diferente fora das telas, depois do final da série de sucesso os atores tiveram que se separam de seus personagens que já estavam a tanto tempo interpretando.
O objetivo da matéria é voltar no tempo para ver a trajetória dos atores de Friends até os dias de hoje. Por onde andaram, quais foram seus maiores sucessos ou se ainda ficaram marcados pelos papéis que interpretaram na série. A matéria da Veja, http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/fim-de-friends-completa-10-anos-confira-como-esta-o-elenco-da-serie, revela que após o fim da série, muitos ainda procuram bons papéis, com exceção de Jennifer Aniston.
Madalena Sapucaia, professora de cinema e psicanalise da PUC-RJ, vai falar sobre a dificuldade que muitos atores enfrentam depois que interpretam grandes papéis. E a matéria também vai contar com uma pesquisa pelas ruas, perguntando para as pessoas: Você lembra o que Matthew Perry, o Chandler de Friends fez depois da série?

O final da matéria vai fazer uma análise da carreira de todos os atores que participaram da série, fazendo um balanço dos pontos positivos e dos pontos negativos e mostrar que mesmo depois de 20 anos eles continuam sendo lembrados pela série mesmo pelas pessoas de outras gerações, que não acompanharam a série quando ela virou sucesso. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Relatório: 20 anos de Friends (Grupo 1)

A história de Friends desde a concepção do episódio piloto até o último exibido. As curiosidades sobre como surgiu a ideia e a troca de papéis dos atores. Além disso, os prêmios e a famosa trilha sonora:
A série conquistou muitos fãs por todo o mundo:
- A jornalista Maria Júlia Raz de Andrade é apaixonada pela série. Durante a faculdade, Maju – como é chamada pelos amigos – ela escolheu a série como tema para o trabalho de fim de curso. Produzido ao lado do amigo Alef Cintra, o documentário “Aquele documentário – A imagem do sitcom Friends pelo seu público” foi realizado.
- Maria Angela, de 54 anos, queria saber se Ross e Rachel ficariam juntos no final da série. Com isso, o filho Vitor Augusto Godoy Ferreira, de 22, também virou fã.
- Lista com as 10 coisas que todo o fã de Friends já deve ter feito. (Funciona como uma brincadeira para a matéria)
- A cantora Coilbe Cailat também é fã de Friends. Ela cantou durante um show no dia 4 de outubro deste ano, a famosa música de Phoebe: Smelly Cat.
- Um fã, identificado como "ian8000", recriou o apartamento de Monica Geller e Rachel Green, com os personagens da série.
Matéria reúne as histórias do elenco depois do fim da série. Alguns atores tiveram sucesso outros não tiveram tanta sorte.
A importância da criação da marca “Friends” para manter a série viva até hoje.
O blog do site uol traz as mudanças sociais positivas e negativas geradas pelo comportamento dos personagens e pelos ideais construídos pelos atores, tanto na atitude como na estética.
Já se sabe que os brasileiros são viciados em imitações. Com friends não seria diferente. A imaginação é tão grande que as pessoas fazem analogias dos atores principais da série com atores brasileiros.
Uma das maiores recordações de friends é seu set de filmagem. Além do café ser um ponto turístico hoje em Nova York, alguns objetos também  ficaram marcados na série e fazem parte da casa de muitas pessoas, como a moldura da porta, por exemplo.
Como a série se tornou tão famosa e atemporal, mostrando que mesmo 10 anos depois de seu término ela continua sendo um sucesso.
O ultimo episódio teve mais de 54 milhões de telespectadores. Foi considerada uma das dez melhores séries de todos os tempos de acordo com o “Telegraph” - http://www.telegraph.co.uk/culture/tvandradio/10121664/The-10-best-TV-sitcoms-of-all-time.html
Curiosidade e segredos contados pela autora que marcaram e permitiram o sucesso da série - http://infograficos.oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/criadora-de-friends-revela-10-segredos-sobre-a-serie/encontro-real-2203.html
Informações sobre a série e o comentário de um crítico que diz a razão do sucesso.  - http://www.gazetadopovo.com.br/gaz/cinema-e-tv/tv/os-20-anos-de-friends/
- Opiniões de uma fã sobre as razões do sucesso da série - http://movies.allwomenstalk.com/reasons-why-friends-was-the-best-show-ever-made